Meus Poemas 128.

meus poemas 128.

O FIM VIRÁ.

Como os sonhos fenecem,
Na vida do sonhador,
E os homens se esquecem,
Viver sua vida, e do amor.

Será que nas vidas suas,
Ao mundo estão agarradas?
Como a calçada nas ruas,
Que ficaram desgastadas?

Sem sentirem vergonha,
Vivem no seu belo prazer,
Agora já ninguém sonha,
Pessoa de bem vir a ser.

Todo o bem está a morrer,
Verdade ninguém quer falar,
O que deste mundo vai ser,
Quando a trombeta tocar.

Este mundo que parece ter,
Grande beleza e claridade,
Buraco sem fundo vais ser,
Para toda a eternidade.

Se quiseres vem a Jesus,
Ele te quer dar o perdão,
Ele deu Sua vida na cruz,
Para te dar a salvação.
Por: António Jesus Batalha.


meus poemas 128.

NÃO FECHES TUA VIDA.

Não feches tua vida a cadeado,
Nem ponhas trancas nas janelas,
Lembra-te, futuro e teu passado,
Deus pintou tudo em aguarelas.

Toda a tua vida está registada,
Em fita que tu não podes ler,
Vai chegar a hora de ser falada,
E julgado por tudo isso vais ser.

Agora podes dar tuas gargalhadas,
E gozar dentro do teu coração,
Vou alertar-te em minhas quadras,
Que neste mundo se vive de ilusão.

Para ti sou como um aceso farol,
Que ao navegante indica o perigo,
Como na tua vida um raio do sol,
Que te traz um conselho de amigo.

É tão grande o amor de Deus,
Que deu Seu único filho, Jesus,
Para te levar á glória de céu,
Desceu do céu e morreu na cruz,
Por: António Jesus Batalha.


meus poemas 128.

A SAUDADE FAZ SENTIR.

A saudade se faz sentir,
Depois dum simples adeus,
Lembrança dos olhos teus,
Faz a saudade emergir.

O que não queremos dizer,
Sejam ou não de ternura,
Deixam na boca uma secura,
Que não nos deixam viver.

Meu desejo é de te abraçar,
E mostrar todo o meu amor,
Para que em toda a tua dor,
Saibas que sempre te vou amar.

Os nossos sonhos e desejos,
São cultivados no jardim,
Tapamo-los com o jasmim,
E regamos com nossos beijos.

O caminhar se faz sentir,
A dor teima em aparecer,
Deus não deixa desfalecer,
Faz o nosso jardim florir.
Por: António Jesus Batalha.

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